Caem reclamações feitas online no Judiciário

Os investimentos do Tribunal de Justiça na área de tecnologia da informação, na atual gestão, permitiram uma sensível melhora nos serviços prestados a operadores do Direito e à população, via internet. A satisfação dos usuários de sistemas oferecidos no portal do TJPB é confirmada diante da queda de reclamações sobre erros inesperados nesses programas. De 2013 para este ano, houve um declínio de 72% nas queixas.

O acompanhamento das reclamações é feito pela Ouvidoria de Justiça, sob o comando do desembargador Fred Coutinho. Além dos usuários externos, o atendimento inclui servidores e magistrados.

Atualmente, o TJPB oferece em sua página na internet serviços como o PJE (processo judicial eletrônico), e-Jus (consulta processual pública) e o Push (serviço que envia aos usuários cadastrados informações sobre o andamento processual). Os dois últimos registraram queda expressiva quanto ao número de manifestações. O e-Jus, por exemplo, teve 93,7% a menos de reclamações e o Push 100%, não tendo recebido nenhuma queixa durante este ano. Os dados foram um comparativo entre janeiro a agosto de 2014 em relação ao mesmo período do ano passado.

O diretor de Tecnologia da Informação, Ney Robson, explica que há uma grande preocupação na satisfação dos usuários, daí a realização constante de pesquisas online. Segundo ele, a partir das reclamações dos usuários, os sistemas foram objeto de análise e correções.

“Os dados apresentados pela Ouvidoria nos deixam bastante satisfeitos, o que não significa que o resultado é o almejado pela equipe da Ditec, pois, sempre buscamos atender nosso público com a melhor qualidade possível, tendo como norte a eficiência esculpida na Carta Magna de nosso País”, garantiu.

Quanto ao PJE, que manteve o mesmo índice de reclamações em ambos os anos de avaliação, Ney Robson explicou que são dados os encaminhamentos devidos. “Quando estas reclamações chegam da Ouvidoria, nossa equipe tenta entender o problema e resolver. Caso não seja possível, abrimos uma solicitação de correção ao CNJ e ficamos acompanhando a sua solução”, expôs.

 

Atualmente uma equipe da Ditec é responsável por dar suporte e, até agora, resolve a maioria das solicitações dos usuários do PJE. Também é disponibilizado aos usuários manuais, vídeos explicativos e treinamentos para o público-alvo.