Cinema e avanço eminente dos drones

O crescimento constante da indústria cinematográfica, rente ao desenvolvimento tecnológico, vem criando um alvoroço em torno do uso de drones para a captação de imagens aéreas utilizadas em curtas e longas metragens. Antigamente, para se fazer uma filmagem aérea, era necessário o uso de helicópteros ou câmeras ligadas à fios condutores, o que tornava a gravação de cenas no plano aéreo caro e complexo já que era necessária a presença de ao menos duas pessoas: uma para dirigir a aeronave e outra responsável por obter as imagens durante o voo.

Filmes antigos como Harry Potter e a Câmara Secreta (2002), Van Helsing – O Caçador de Monstros (2004) e Missão Impossível III (2006) utilizaram drones para a captação de cenas externas. Junto aos recursos de computação gráfica, a produção de imagens dos mais diversos cenários se tornou uma tarefa mais fácil e barata para as produções. Atualmente, o setor de drones interligado ao cinema vem garantindo seu lugar no mercado. De acordo com o relatório feito pela Goldman Sachs, espera-se que sejam investidos US$ 13 bilhões em drones até 2020, sendo que as principais áreas são cinema e vídeo, agronegócio, inspeções industriais e prediais, mineração e segurança, busca e resgate.




Além disso, os tipos de filmagem que os drones capturam são totalmente diferentes de qualquer outro método de filmagem que utilize câmeras de ação em primeira pessoa e da cinematografia feita em solo. Com isso, a popularização dos drones em produções cinematográficas criou aparatos e festivais para esse nicho. O primeiro festival dedicado a produções com drones, New York City Drone Film Festival, aponta o crescimento veemente no uso de drones na produção de filmes. Por exemplo, o filme Pantera Negra (2018), que está concorrendo ao Oscar 2019, utilizou drones para a produção de cenas externa. Outras grandes produções recentes como Bird Box (2018), Legion (2017), Yellowstone (2018) e a nova série da DC Comics, Titans (2018), utilizaram o drone DJI Inspire 2 em suas produções.







Outro exemplo do crescente uso de drones nessa indústria são os diretores de fotografia Rodney Charters, Yann Arthus-Bertrand e Claudio Miranda, que foram reconhecidos como DJI Masters pela própria marca, devido a sua extraordinária incursão no uso de drones no cinema. Entre os filmes e séries que produziram com a ajuda de drones estão: Dinastia, Planeta Terra, Uma Aventura Extraordinária e Tomorrowland.

Para conhecer mais sobre o trabalho do DJI Masters Rodney Charters, Yann Arthus-Bertrand e Cláudio Miranda, acesse este link

Modelos da série Phantom, Inspire e a Mavic 2 da DJI são perfeitos para captação de imagens cinematográficas. Voltados para uso profissional, os drones têm uma ótima autonomia de voo garantindo mais tempo de filmagem, estabilização e câmeras com qualidade excelente para fotos e vídeos. O Mavic 2 Pro, por exemplo, conta com uma câmera Hasselblad acoplada ao quadricóptero e a resolução do sensor é de 20 megapixels. Além disso, a abertura da lente pode ser ajustada de f/2.8 até f/11.







Já o Mavic 2 Zoom, projetado com zoom óptico, é o primeiro drone do mercado a entregar essa solução, além de contar também com a função Dolly Zoom, um dos seus modos automáticos. A funcionalidade, que foi inspirada no take Vertigo utilizado pelo diretor Alfred Hitchcock no longa-metragem Um Corpo que cai (1958), permite aos usuários criar ilusão de está se aproximando ao mesmo tempo que está se afastando do ponto focal. É perfeito para otimizar as captações.

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A DJI possui loja autorizada no Barra Shopping (Rio de Janeiro). A marca vende seus produtos já homologados pela Anatel e trabalha com diversos revendedores no país como Kalunga, Magazine Luiza, Ponto Frio e Fast Shop. A compra por meio de canais autorizados no Brasil conta com assistência técnica e atendimento ao cliente por e-mail support.br@dji.com e pelo telefone 0800 880 9983.