Hospital de Mamanguape ganha dez leitos de UTI

O Hospital Geral de Mamanguape (HGM) ganhou dez leitos na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI). O espaço funciona com equipamentos modernos e uma estrutura que seguem os padrões recomendados pela Associação Brasileira de Terapia Intensiva. O complexo hospitalar foi inaugurado no início de julho pelo Governo do Estado.



Segundo o diretor geral do Hospital de Mamanguape, Adalberto Ribeiro, a UTI possui três aspectos de destaque na qualidade do atendimento. “Nós buscamos reunir o que há de mais moderno em equipamentos, em equipe profissional qualificada e em infraestrutura física”, frisou.



Ainda de acordo com a direção do hospital, todos os leitos da UTI são equipados com ventilação mecânica e monitores multiparâmetros. A bancada de atendimento, onde fica a equipe multiprofissional, é em forma de 'U', que oferece o ângulo de visão dos pacientes. Também foram instaladas janelas para que eles possam ter noção da passagem do tempo, como é recomendado pela Associação Brasileira de Terapia Intensiva.



Investimentos e infraestrutura – Todo complexo que forma o projeto do Hospital Geral de Mamanguape é formado por maternidade, bloco cirúrgico, UTI, enfermaria, além de área de urgência e emergência. A nova unidade de saúde vai beneficiar mais de 160 mil pessoas de 11 municípios do Vale da Mamanguape. Na obra, foram investidos recursos do tesouro estadual na ordem de R$ 20,5 milhões, incluindo a construção do prédio e aquisição de equipamentos hospitalares.



Nesse primeiro mês de funcionamento, foram registrados mais de 800 atendimentos feitos pela unidade hospitalar. Recentemente, mais 20 leitos do setor de enfermaria foram inaugurados. Essa área do hospital é destinada a serviços como clínica médica e cirurgia geral.



Os municípios da 14ª Região da Saúde beneficiados com a construção do Hospital Geral são: Mamanguape, Rio Tinto, Marcação, Itapororoca, Baía da Traição, Jacaraú, Cuité de Mamanguape, Curral de Cima, Mataraca, Pedro Régis e Capim.



Benefícios – Maria Fabiana Barbosa da Silva, 28, é agricultura e mora em Jacaraú. Ela estava acompanhando sua avó, internada há oito dias em um dos leitos da enfermaria. “Os médicos estão fazendo o possível por minha avó e os enfermeiros são ótimos, trabalham com amor. Para todos nós, foi uma bênção a construção desse hospital”, ressaltou.



A professora Raquel Santos de Sousa, 27, saiu de Itapororoca e foi internada em Mamanguape, não precisando assim se deslocar a centros distantes. “Facilitou muito por conta da distância. Antes, quando a gente precisava de médico, era necessário ir até João Pessoa. E agora facilitou o nosso acesso. Aqui, o atendimento foi ótimo”, garantiu.



A doméstica Flaviana Azevedo de Sousa, 25, residente em Mamanguape, estava internada em um dos leitos da enfermaria recém-inaugurados. Na opinião dela, o equipamento beneficiou a população que mais precisa ser assistida. “Tive problema de vesícula. Só descobri isso aqui no hospital. O atendimento é bom. Com a construção desse hospital, mudou muito para a população porque quase tudo podemos resolver aqui mesmo, sem termos mais que ir a João Pessoa”, afirmou.