Paraíba gera 2.448 vagas em novembro

A Paraíba manteve o saldo positivo no segundo semestre e gerou 2.448 postos de trabalho em novembro, uma alta de 29,11% sobre as vagas geradas no mês anterior (1.817), segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados nesta quinta-feira (18) pelo Ministério do Trabalho. O número é resultado da diferença entre admissões (13.922) e demissões de trabalhadores (11.474). Os dois setores que alavancaram as vagas foram comércio (1.301 postos) e os serviços (1.251 postos), seguidos ainda de indústria de transformação (630).

No acumulado de janeiro a novembro, o saldo da criação de empregos já é o terceiro maior do Nordeste com acréscimo de 17.675 postos, uma alta de 14,19% sobre os onze meses do ano passado. Os Estados do Ceará (50.732) e da Bahia (42.826) lideram no ano a geração de emprego na região, de acordo com os dados ajustados divulgados pelo ministério. Os Estados de Pernambuco (3.003) e Alagoas (3.305) estão ainda com saldo negativo no ano.

Apesar de as oito atividades econômicas apresentarem saldo positivo neste ano no Estado, os setores que mais geraram vagas nos onze meses foram serviços (9.828), comércio (4.364) e construção civil (2.246).

Entre as cidades do Estado, Campina Grande liderou postos em novembro (1.033), seguido de João Pessoa (601), Guarabira (144) e Patos (100), mas no acumulado do ano a capital paraibana lidera com folga nos onze meses (7.848) a geração de empregos do Estado. Outras cidades como Campina Grande (2.615) e Guarabira (595) criaram mais postos no ano.

NO PAÍS - Após registrar perdas de 30 mil empregos em outubro, o Brasil gerou apenas 8.381 empregos com carteira assinada em novembro. O número é resultado da diferença entre admissões (1.613.006) e demissões de trabalhadores (1.604.625). O número representa uma queda de 88% na comparação com o registrado em novembro do ano passado, quando o país gerou 69.361 vagas de emprego, na série com ajuste – que incorpora as informações declaradas fora do prazo. Na série sem ajuste, considerando a criação de 47.486 postos em novembro de 2013, houve queda de 82%.

Em termos de regiões geográficas, o Sul do País apresentou o melhor desempenho, com 24,2 mil novos postos de trabalho. Em seguida, veio o Nordeste, com 11,2 mil novos postos de trabalho. Na região, o comércio foi o principal puxador do nível de emprego. Das 27 unidades da Federação, 14 apresentaram desempenho positivo na geração de empregos. O pior Estado foi São Paulo, com 18 mil vagas a menos e desempenho puxado pela indústria.