PPS filia vice-prefeito de Sousa para concorrer às eleições do próximo ano

O PPS anunciou hoje mais uma filiação dentro do seu projeto de criar alternativas aos tradicionais grupos políticos e familiares que se revezam no poder há décadas em cidades importantes do interior paraibano. Depois de Patos, com o ex-secretário de Estado Bonifácio Rocha, e Campina Grande, com o empresário Artur Almeida, agora chegou a vez de Sousa, no alto sertão, com o médico e vice-prefeito Zé Célio.

"Tenho o intuito de me candidatar a prefeito em 2016, juntando ideias e forças para mudar a prática político-administrativa da cidade. Estou ingressando no PPS, pois tal partido possui uma história de boas práticas políticas. Admiro o presidente nacional do partido, Roberto Freire. Tenho confiança no atual presidente estadual Nonato Bandeira. O PPS, durante toda sua história, defendeu a liberdade, igualdade e cidadania, visando o bem-estar do povo brasileiro", afirmou o novo filiado.

Filiado ao PSC, o vice-prefeito de Sousa assumiu a Secretaria de Saúde do Município, mas deixou o cargo logo no início da gestão, "pois não aceitei a forma como o atual gestor estava conduzindo a administração municipal à época". Zé Célio passa a comandar o PPS na cidade de Sousa com o objetivo de preparar o partido para as eleições majoritárias e proporcionais e iniciar o processo de coalizão de forças que possam concretizar a formação de uma terceira via no município.

"É muito gratificante presidir um partido que passa a contar, a partir de agora, com um quadro do porte do médico Zé Célio no Estado. Estamos nos fortalecendo também de forma qualitativa, para que os novos filiados sirvam de referência para quem está entrando no PPS. O atual vice-prefeito de Sousa tem história, credibilidade e seu nome será um polo aglutinador do partido no sertão paraibano", afirmou o presidente estadual da legenda, o vice-prefeito de João Pessoa, Nonato Bandeira.

O PPS já está presente, segundo Nonato Bandeira, em mais de cem municípios e tem sido procurado espontaneamente pelas lideranças do interior paraibano. "Eles mesmos dizem que sabem da história do partido e desse novo momento no Estado, da independência e autonomia nas decisões políticas municipais e citam, também, que nessa crise moral e ética que tomou conta do país não veem em nenhum momento um nome do PPS ser envolvido", relatou o presidente estadual.