Ricardo recebe movimentos sociais e diz que vai derrotar oligarquias

Representantes dos movimentos sociais de toda a Paraíba se reuniram na noite desta terça-feira (12), em Campina Grande e deram um grito de liberdade e de apoio à reeleição do governador Ricardo Coutinho (PSB) e pelo fim das oligarquias que representam o atraso.

“Agradeço aos apoios tão significativos de lideranças dos movimentos sociais que fortalecem ainda mais a nossa candidatura. É hora de colocar o pé no chão, ir às ruas e derrotar as oligarquias onde para ter vez tem que ser irmão, primo, filho de um determinado político. O governo deve ser para as famílias do povo", disse o governador.

O evento contou com as presenças de representantes dos movimentos comunitários, de mulheres, juventude, LGBT, sindical, das pastorais, culturais, indígenas e quilombolas. Cada representante do movimento apresentou suas reivindicações e deixou sua mensagem de apoio e reconhecimento ao trabalho e avanços sociais conquistados pela Paraíba.

Ricardo Coutinho lembrou que há cerca de 20 anos atrás, o grande sonho de quem militava nos movimentos sociais era ter uma disputa eleitoral competitiva no campo da esquerda democrática e popular. “Isso era algo muito distante na Paraíba, mas que começou a ser realizado com a nossa gestão em João Pessoa em 2005 e o nosso governo em 2010”, comemorou.

Em sua fala Ricardo Coutinho destacou que os direitos de grupos quilombolas, indígenas, ciganos, de trabalhadores tinham eram negligenciados. “Neste contexto quebramos privilégios das elites e investimos em políticas públicas que quebraram a lógica de que o governo tem de ser para poucos”, completou.

O representante do movimento estudantil Mércio Franklin garantiu que os estudantes da Paraíba tem muito que comemorar com a gestão de Ricardo Coutinho, especialmente em Campina Grande, com obras como a reforma do Estadual da Prata e da escola Zé Pinheiro.

A pedreira Leonilda Coelho, da comunidade quilombola do Sítio do Grito, em Riachão do Bacamarte, disse que pela primeira vez um governador chegou à comunidade quilombola com obras importantes como a construção de 40 cisternas e o início da construção de 10 casas de alvenaria em substituição das casas de taipa.

“Sou pedreira e foi com essas mãos calejadas que tive a satisfação de trabalhar na construção das cisternas que garantem água de qualidade para nossa população”, disse Leonilda.