Sessão é marcada por discursos sobre a seca e infraestrutura

A sessão ordinária da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), nesta terça-feira (18), ficou marcada por discursos sobre a seca, ações de infraestrutura, e o aniversário de 51 anos de emancipação política do município do Conde.

O deputado Carlos Batinga (PSC) solicitou a realização de sessões itinerantes da ALPB nos municípios do Congo e de Serra Branca, no Cariri paraibano, para discutir sobre a estiagem, que tem prejudicado a população da região.

“Estamos enfrentando a pior seca da história. Os municípios que compõe o Cariri Ocidental são abastecidos pelo açude do Congo, e esse reservatório que tem 70 milhões de metros cúbicos está com apenas seis milhões, ou seja, 9% de sua capacidade com previsão de seca total em três meses. Eu não vejo outra solução se não a união política em torno do problema”, afirmou Carlos Batinga.

A deputada Olenka Maranhão (PMDB) parabenizou o município do Conde pelos 51 anos de emancipação política, comemorado nesta terça-feira. Segundo ela, a cidade possui potencial nas áreas de turismo e economia, com possibilidade de expansão nos próximos anos.

Olenka Maranhão também demonstrou preocupação com a situação do esgotamento sanitário na região da orla de Tambaú e Manaíra. Segundo ela, o mau cheiro tem incomodado as pessoas que utilizam a calçadinha dos dois bairros para praticar exercícios físicos.

Solidariedade

Anísio Maia (PT) apresentou uma moção de solidariedade à agente de trânsito do Detran do Estado do Rio de Janeiro, Luciana Silva Tamburini, condenada pela Justiça carioca a indenizar o juiz João Carlos de Souza Correia, após suposta ofensa em blitz da operação Lei Seca. O ato ocorreu em 2011, mas o caso se tornou público após sanção este ano.

“Essa servidora foi condenada simplesmente pelo fato de cumprir o seu dever. Ela abordou o juiz em uma blitz e percebeu que ele estava totalmente irregular. A agente exclamou uma expressão que nada degrada o Judiciário, e ele através de sua influência, conseguiu que ela fosse multada por exercer a sua profissão. Isso é um péssimo exemplo para a sociedade”, argumentou Anísio Maia.