As eleições de 2026 devem consolidar um novo cenário para a democracia brasileira: pela primeira vez, o país enfrentará uma disputa presidencial em um ambiente em que ferramentas de inteligência artificial generativa estão amplamente acessíveis à população. Vídeos, imagens e áudios criados artificialmente já circulam com qualidade suficiente para confundir eleitores, desafiar mecanismos de checagem e testar os limites da legislação eleitoral. Como diferenciar informação legítima de conteúdo manipulado? As regras aprovadas pelo Tribunal Superior Eleitoral serão suficientes para acompanhar a velocidade da tecnologia? Qual é a responsabilidade das plataformas digitais diante desse novo contexto?
O tema ganha ainda mais relevância diante da popularização dessas ferramentas. Segundo estudo global da KPMG divulgado em 2025, 66% das pessoas utilizam inteligência artificial regularmente e 70% afirmam que é difícil saber se as informações disponíveis online são verdadeiras ou falsas. O dado ajuda a dimensionar um desafio que vai além das campanhas eleitorais: a influência da IA na formação da opinião pública, na confiança das instituições e na própria percepção da realidade em períodos de intensa polarização política.

O assunto abre espaço para abordar temas como deepfakes, desinformação eleitoral, liberdade de expressão, responsabilidade das plataformas, fiscalização da Justiça Eleitoral, regulamentação da inteligência artificial e os impactos dessas ferramentas sobre candidatos e eleitores. Antonio Carlos Freitas Jr., especialista em Direito Constitucional e Direito Eleitoral, está disponível para entrevistas e participações em podcasts para analisar os principais desafios das eleições de 2026, explicar os limites jurídicos do uso da IA nas campanhas e discutir como a tecnologia está transformando a relação entre democracia, informação e processo eleitoral. Com ampla experiência em debates sobre instituições, eleições e regulação digital, o especialista oferece uma análise acessível, técnica e conectada aos temas que devem dominar a agenda política nos próximos meses.
Fonte: Antonio Carlos de Freitas Júnior é bacharel, mestre e doutor em Direito Constitucional pela Universidade de São Paulo (FDUSP), pós-graduado em Direito Constitucional e Processo Constitucional pelo Instituto de Direito Público de São Paulo (IDP/SP), pós-graduado em Neurociências pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) e formado em Leadership in Law Firms pela Harvard Law School.
Jornalista, radialista e advogado, formado na UFPB, Hermes de Luna tem passagens nos principais veículos de comunicação da Paraíba. É MBA em Marketing Estratégico e em mídias digitais. Apresentador e editor de TV e rádio, também atuou na editoria de portais e sites do estado. Ganhador de vários prêmios de jornalismo, na Paraíba e no Brasil.