Imprensa, especialistas e candidatos: perfis mais seguidos no Twitter
5 de julho de 2022
Redação

O Twitter é sobre o que está acontecendo agora e, em um ano eleitoral, as notícias e conversas relacionadas a política ganham naturalmente mais espaço no debate público que ocorre na plataforma. De olho nas expectativas com relação ao pleito de outubro, foi realizada uma pesquisa a pedido do Twitter com pessoas de todo o Brasil para entender quais são as características e preferências de quem consome conteúdo relacionado a política no serviço.
O levantamento apontou que perfis de jornais e jornalistas são os mais seguidos por pessoas que querem se informar sobre política no Twitter (57% dos respondentes). Na sequência, aparecem os perfis de especialistas no assunto (47%), candidatos e partidos (38%), influenciadores e criadores de conteúdo (33%) e agências de checagem (32%).
No âmbito das conversas sobre política, os assuntos correlatos de maior interesse das pessoas que usam o Twitter no Brasil são saúde (69% dos respondentes), educação (69%), economia (64%), segurança (62%) e emprego (62%). Já entre os conteúdos relacionados às eleições que as pessoas mais gostariam de ver no Twitter, estão as principais propostas dos candidatos (51%), debates entre candidatos (43%) e acompanhar os resultados das eleições (43%).
Perspectivas diversas em tempo real
A junção entre atualizações em tempo real e presença de diferentes perspectivas foi apontada por boa parte das pessoas ouvidas na pesquisa quando as perguntas eram mais relacionadas à sua percepção sobre o Twitter.
“Em mais de uma resposta, e em especial nas espontâneas – ou seja, quando não havia opções pré-determinadas para serem escolhidas -, vimos entrevistados ressaltando o fato de o Twitter ser um espaço para debate e expressão de diferentes opiniões, assim como para as pessoas se manterem informadas com as últimas notícias”, afirma Camilla Guimarães, líder da área de Pesquisa do Twitter Brasil.
Quando perguntadas sobre os principais papéis desempenhados pelo Twitter na sociedade brasileira, as pessoas citaram, espontaneamente, como “fonte de informação e notícias” (⅓ dos respondentes) e como uma “rede de opinião e debates” (¼).
O levantamento mostrou ainda os dois grandes diferenciais do Twitter em relação às outras plataformas quando o tema são conteúdos políticos: “mais espaço para debater e expressar opiniões” (27% dos respondentes) e “quantidade e velocidade da informação” (14%), também mencionados pelas pessoas entrevistadas em perguntas cujas respostas eram espontâneas. Por fim, o fato de Twitter apresentar diferentes pontos de vista foi apontado por 61% dos entrevistados como o principal motivo pelo qual as pessoas confiam nas informações sobre política disponíveis na plataforma. A presença de “mais fontes” falando sobre os assuntos na plataforma aparece em segundo lugar, com 58%.
Relevância
Segundo o levantamento, para 60% das pessoas as informações relacionadas a política publicadas no Twitter têm relevância. Não por acaso, para quem usa o Twitter no Brasil, ele é a principal plataforma para o consumo de conteúdos políticos: 45% dessas pessoas são heavy users* do serviço para este fim.
Além disso, 36% das pessoas que usam o Twitter no Brasil acessam a plataforma logo pela manhã para estar por dentro da “pauta do dia”. E essa busca não é apenas por atualizações, mas também por informações que sejam de qualidade, considerando que 86% das pessoas checam sempre ou às vezes se informações que veem no serviço são verdadeiras. Para isso, elas pesquisam em fontes diversas, como veículos de imprensa e agências de checagem de fatos, se há mais menções à mesma informação.
Metodologia
Para chegar aos resultados, a equipe brasileira de Twitter Marketing Insights & Analytics contratou a Mindminers, empresa responsável pela Pesquisa Sobre Conteúdos Políticos no Twitter. Foram feitas entrevistas quantitativas online entre 3 e 9 de junho deste ano, com pessoas que usam e que não usam o Twitter. Foram ouvidas mulheres e homens maiores de 18 anos de todas as regiões do país das classes A, B1, B2, C1 e C2.

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