O presidente do INSS, Leonardo Gadelha, afirmou que a revisões em auxílio doença e outros benefícios pagos pelo órgão já resultaram numa economia de R$ 1,5 bi e projeta uma economia adicional de mais R$ 6 bilhões. Segundo ele, a meta é atingir uma economia de R$ 8 bilhões para os cofres públicos.
A revisão foi implantada a partir da MP 767. “Somos obrigados a fazer as revisões com a periocididade máxima por dois anos e isso não vinha sendo feito”, comentou. “Estamos eliminando pagamentos indevidos”.
Segundo ele, quem se se sentir prejudicado pode recorrer da decisão que cortou os bebefícios e volta a receber, inclsuive com retroativos. Leonardo disse que 40% dos chamados sequer compareceram para passar por uma perícia médica.
Tem 33,7 milhões de beneficiários recebendo pelo INSS. Desse total, 4, 3 milhões são de natureza assistencial.
Em mais de 2/3 dos municípios brasileiros têm economia dependendo dos benefícios do INSS, suplantando tanto o FPM e ICMS. Na Paraíba, apenas em quatro municípios não têm isso. Esses repasses só perdem para programas de transferência de renda, como o Bolsa Família.
O déficit do INSS, somados todos os pagamentos, chagará aos R$ 160 bilhões este ano.
Jornalista, radialista e advogado, formado na UFPB, Hermes de Luna tem passagens nos principais veículos de comunicação da Paraíba. É MBA em Marketing Estratégico e em mídias digitais. Apresentador e editor de TV e rádio, também atuou na editoria de portais e sites do estado. Ganhador de vários prêmios de jornalismo, na Paraíba e no Brasil.