Projeto contra adultização nas redes: como escolas podem proteger crianças com filtros digitais?
21 de agosto de 2025
Redação

Câmara dos Deputados aprovou ontem a urgência do chamado “PL da adultização”, que estabelece regras para a proteção de crianças e adolescentes no ambiente digital e responsabiliza plataformas que se omitirem. A votação em plenário deve ocorrer ainda esta semana.
 

O debate reacende um ponto crucial, mas pouco explorado: como escolas e famílias podem usar ferramentas de filtragem e controle de acesso para proteger crianças e adolescentes contra exposição a violência, pornografia, pedofilia e outros conteúdos impróprios.
 

Segundo a pesquisa TIC Kids Online Brasil (2024)93% dos brasileiros entre 9 e 17 anos usam a internet – são 24,5 milhões de crianças e adolescentes conectados. No entanto, apenas 34% dos responsáveis utilizam algum tipo de bloqueio ou filtro, e menos de um terço restringe aplicativos ou monitora contatos online.

O cenário atual:

  • 93% das crianças e adolescentes estão conectados.
  • Apenas 34% dos responsáveis usam filtros ou bloqueios.
  • Conteúdos nocivos incluem violência, pornografia, pedofilia, golpes e fake news.

O que os filtros podem fazer:

  • Bloquear acesso a sites e aplicativos impróprios.
  • Permitir restrições personalizadas por faixa etária.
  • Gerar relatórios que apoiam professores e famílias.
  • Criar barreiras imediatas em escolas contra conteúdos adultos.

O impacto esperado:

  • Mais segurança digital para crianças e adolescentes.
  • Apoio prático para professores e pais.
  • Estímulo a uma cultura de uso responsável da internet.
     

Para além das plataformas, especialistas defendem que a aplicação de filtros em escolas públicas e privadas pode ser um instrumento imediato de prevenção, reduzindo riscos e ao mesmo tempo fornecendo relatórios que ajudam professores e pais a conversar sobre limites, segurança e responsabilidade digital.

Se tiver interesse, podemos conectar você com Laerte Magalhães, fundador da NuhDigital e especialista em conectividade escolar e segurança digital, que pode detalhar como essas ferramentas funcionam na prática e trazer casos reais de instituições que já adotam modelos de proteção ativa.
 

Perfil do especialista
Laerte Magalhães é fundador da NuhDigital, empresa dedicada a soluções de conectividade e proteção digital para escolas públicas e privadas. Atua há mais de 15 anos no desenvolvimento e implementação de tecnologias que promovem ambientes online mais seguros para crianças e adolescentes.
 

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