Projetos da Agenda Brasil serão distribuídos entre senadores

O Senador Raimundo Lira (PMDB-PB) confirmou nesta terça-feira (08) a aprovação do Plano de Trabalho da Comissão Especial do Desenvolvimento Nacional, da qual foi indicado membro titular na semana passada. A nova comissão foi instalada para tratar das propostas incluídas na Agenda Brasil — pauta apresentada pelo presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL) para retomar o crescimento econômico do país.

Segundo Lira, o Plano de Trabalho definiu que os projetos serão distribuídos entre os membros da comissão, conforme a afinidade entre o senador e o tema. Assim, cada senador vai atuar como um relator adjunto e terá 15 dias para concluir seu relatório.

Para Raimundo Lira, o trabalho da comissão não será tarefa fácil e exigirá grande responsabilidade, já que a expectativa no Senado e na sociedade em relação aos resultados é muito grande. O peemedebista informou que a comissão já recebeu 45 projetos. Desses, cinco já estão sendo analisados.

Agilidade

 A comissão irá sistematizar as propostas já existentes no Senado que tratem da promoção do desenvolvimento nacional. A ideia é que o colegiado selecione projetos de lei promissores, dentro dessa área, unifique sua tramitação e emita pareceres para que possam ser votados em Plenário de forma mais ágil.

Desde que assumiu o mandato de senador, Raimundo Lira vem defendendo ações e propondo soluções para a retomada do desenvolvimento nacional, particularmente, da Paraíba. Em recente pronunciamento no Senado, ele defendeu a implantação de políticas de desenvolvimento da Região Nordeste, particularmente, para a Paraíba.

O parlamentar disse que o Nordeste tem grande importância para o desenvolvimento econômico do País, e por isso, precisa de investimentos mais robustos. O senador paraibano defendeu o fortalecimento da Política Nacional de Desenvolvimento Regional, que considera prioritária para o país.

O Brasil, segundo ele, não pode crescer de forma sustentável em meio às desigualdades regionais. Ele disse que a inclusão econômica, política e social do Nordeste passa pelo fortalecimento das instituições desenvolvimentistas, que devem assumir papéis cada vez mais arrojados para que a região continue crescendo a taxas superiores à nacional.