O grupo de eleitores que mais cresce no Brasil é o mesmo que historicamente apresenta as maiores taxas de abstenção. Entre 2014 e agosto de 2026, o número de brasileiros com 70 anos ou mais aptos a votar aumentou 59,37%: de 10,82 milhões para 17,25 milhões. No primeiro turno de 2022, porém, 58,86% dos eleitores dessa faixa etária não compareceram às urnas. Na prática, 8,76 milhões de prateados deixaram de votar, ante uma taxa de abstenção de 16,93% entre os menores de 70 anos – um contingente expressivo em um cenário de disputas eleitorais decididas por margens estreitas.
Para entender o que está por trás desse afastamento das urnas, o data8 – que lidera Movimento Voto 70+ – conduziu a pesquisa exploratória Retratos do Voto 70+: descobertas sobre a abstenção eleitoral, que identificou três perfis entre os eleitores 70+ que deixaram de votar ou não têm certeza se irão comparecer nas eleições de 2026: o eleitor com “baixa autoestima política” – que acredita que seu voto não faz diferença –; o “desistido”, para quem o resultado da eleição já não terá impacto sobre sua vida; e aquele que deseja votar, mas enfrenta barreiras físicas, como filas, distância do local de votação ou dependência de terceiros para se deslocar até a zona eleitoral.

“Nossa análise aponta que não existe um único eleitor 70+ que se afasta das urnas. Há quem não reconheça mais o peso do próprio voto, quem não perceba o impacto da eleição sobre o próprio cotidiano e quem gostaria de participar, mas encontra barreiras concretas. Entender essas diferenças é importante para compreender por que um eleitorado que cresce tão rapidamente continua apresentando níveis tão elevados de abstenção”, analisa Cléa Klouri, cofundadora do data8 e uma das coordenadoras da pesquisa exploratória.
No perfil “baixa autoestima política”, a percepção central é sintetizada pela frase “meu voto não faz diferença”. São eleitores que não se sentem reconhecidos ou representados pelos políticos e consideram que o próprio voto deixou de ser importante ou necessário. O sentimento aparece associado a uma percepção mais ampla de invisibilidade: a ideia de que pessoas mais velhas são deixadas para trás e têm menor reconhecimento social.
O “eleitor desistido” apresenta outra motivação. Para ele, não é apenas o peso individual do voto que está em questão, mas a própria capacidade do resultado eleitoral de produzir consequências sobre sua vida. Nesse grupo aparecem percepções como “todos os políticos são iguais” e a ideia de que a política já não afeta seu cotidiano.
No terceiro perfil – aquele que quer votar, mas enfrenta barreiras físicas –, a frase que sintetiza o sentimento é “eu até quero votar, mas não consigo”. Filas muito longas, escadarias, distância do local de votação e necessidade de depender de alguém para levá-lo até a seção aparecem entre os obstáculos concretos ao comparecimento.
“Há uma mudança estrutural acontecendo dentro do eleitorado brasileiro. O número total de eleitores cresceu pouco entre 2022 e 2026, enquanto o contingente 70+ mantém uma expansão muito mais acelerada quando olhamos a série histórica. Isso significa que a longevidade também está alterando a composição do eleitorado e ampliando o peso relativo das pessoas mais velhas nas eleições”, analisa Cléa Klouri.
Na visão da pesquisadora Adriana de Queiroz, uma das coordenadoras da pesquisa exploratória, quando analisada apenas a taxa de abstenção, pode-se perder uma parte importante do fenômeno. “Estamos falando de milhões de pessoas. No primeiro turno, o número de eleitores 70+ que não compareceram passou de 5,7 milhões em 2012 para 8,8 milhões em 2022. É uma ausência eleitoral que ganha dimensão à medida que esse contingente cresce”, pontua.
Para as pesquisadoras, os grupos focais revelam que a relação dos 70+ com o voto está ligada também à forma como percebem o seu lugar na sociedade. “Entre aqueles que continuam comparecendo às urnas, o voto aparece menos como obrigação e mais como exercício de cidadania. Em alguns relatos, chega a ser associado a uma ‘garantia de vida’, pela relação estabelecida entre a escolha eleitoral e a manutenção de políticas públicas presentes no cotidiano. Ao mesmo tempo, o sentimento de invisibilidade não se restringe à política: o etarismo aparece nas referências ao mercado de trabalho e à falta de reconhecimento social. Há uma tensão presente, porque os entrevistados enxergam que são vítimas de discriminação pela idade, mas rejeitam a ideia de que envelhecer signifique perder capacidade de decisão, autonomia ou participação na vida pública”, pontuam.
Sobre o mapeamento
A Retratos do Voto 70+: descobertas sobre a abstenção eleitoral – pesquisa exploratória, utilizada para ampliar a compreensão sobre a temática – combina diferentes fontes de informação para traçar um panorama do eleitorado 70+ no Brasil. A análise reúne dados das Estatísticas Eleitorais do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), informações da pesquisa Tsunami Prateado (data8 2018, 2021 e 2026), e uma etapa qualitativa realizada em parceria com o Instituto Ideia Big Data. A análise dos dados eleitorais acompanha a evolução do eleitorado e da abstenção por idade e gênero entre 2012 e 2024, além do contingente de eleitores aptos até agosto de 2026.
Para aprofundar as percepções sobre participação eleitoral, foram realizados cinco grupos focais nos dias 4 e 5 de março de 2026, com 51 homens e mulheres com mais de 70 anos, de 18 unidades da Federação: Pará, Rio de Janeiro, Pernambuco, Paraná, Distrito Federal, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, São Paulo, Goiás, Paraíba, Mato Grosso, Tocantins, Amazonas, Espírito Santo, Bahia, Ceará, Rio Grande do Norte e Mato Grosso do Sul. Cada grupo teve duração média de 90 minutos. Os participantes dos grupos focais eram votantes ativos e, por isso, os depoimentos não representam estatisticamente os eleitores 70+ que se abstêm. A etapa qualitativa permite identificar percepções e comportamentos relacionados à participação eleitoral nessa faixa etária e complementa, sem substituir, os dados quantitativos do TSE. A amostra foi composta por 53% de mulheres e 47% de homens, distribuídos entre as classes C (47%), B (29%) e D (24%).
| PRINCIPAIS ACHADOS |
PARTICIPAÇÃO PRATEADA | O peso dos 70+ no eleitorado total também avança. O grupo, que representava 7,58% dos aptos a votar em 2014, passou para 8,17% em 2018, 9,52% em 2022 e chegou a 10,87% em agosto de 2026. São 6,42 milhões de eleitores a mais em 12 anos. No mesmo período, o contingente entre 16 e 69 anos cresceu apenas 7,21%, de 131,99 milhões para 141,51 milhões – o que significa que o eleitorado 70+ avançou em ritmo mais de oito vezes superior ao dos demais eleitores. No conjunto, o eleitorado brasileiro – incluindo os registrados no exterior –, cresceu 11,16% no período, passando de 142,82 milhões para 158,76 milhões. Hoje, mais de um em cada 10 eleitores aptos em 2026 já têm 70 anos ou mais.
Primeiro turno | A série histórica reunida pelo data8 mostra que a diferença de participação não é um fenômeno restrito às últimas eleições. No primeiro turno, a abstenção dos 70+ foi de 56,7% em 2012, subiu para 63,6% em 2014, ficou em 57,7% em 2016, 62,7% em 2018 e 64,1% em 2020. Em 2022, recuou para 58,9% e chegou a 51,1% em 2024. Entre os menores de 70 anos, os percentuais oscilaram entre 13,3% e 19,1% no período.
Segundo turno | A taxa de abstenção entre os 70+ foi de 64,1% em 2012, 62,2% em 2014, 65,4% em 2016, 61,7% em 2018, 74% em 2020, 54,7% em 2022 e 59,4% em 2024. O pico ocorreu nas eleições municipais realizadas durante a pandemia de Covid-19. Entre os eleitores abaixo dos 70 anos, a abstenção variou de 15,7% a 25,8% nos mesmos anos. O levantamento não interpreta a trajetória como uma queda sustentada da abstenção entre os mais velhos. Mesmo nos anos de menor índice, entre metade e 60% dos eleitores dessa faixa etária deixaram de comparecer. Em 2024, por exemplo, o segundo turno registrou abstenção de 59,4% entre os 70+, contra 25,8% entre os demais.
(*) Há uma ressalva metodológica para a leitura dos segundos turnos. Eles não ocorrem de maneira uniforme em todo o território nem para todos os cargos – o que altera a composição do eleitorado considerado em cada ciclo. As comparações diretas dependem das localidades em que houve segundo turno. Ainda assim, a diferença entre os 70+ e os demais eleitores permanece elevada na série analisada.
Em 2024, no primeiro turno, a abstenção das mulheres abaixo dos 70 anos foi de 16,7%, contra 20,4% entre os homens. Entre os 70+, chegou a 55,4% entre elas e 45,4% entre eles. No segundo turno daquele ano, a diferença permaneceu: 63,7% das mulheres 70+ não votaram, ante 53% dos homens.
A inversão se repete ao longo da série. No primeiro turno, a abstenção feminina entre os 70+ foi de 60% em 2012, 68% em 2014, 62% em 2016, 67% em 2018, 69% em 2020, 63% em 2022 e 55% em 2024. Entre os homens da mesma faixa etária, os índices foram de 52%, 59%, 52%, 58%, 58%, 54% e 45%, respectivamente. Nos segundos turnos analisados, a abstenção das mulheres 70+ também permaneceu acima da masculina, chegando a 78% em 2020.
O gap de gênero, porém, não é uniforme dentro do grupo. No primeiro turno de 2022, a maior diferença apareceu entre os 75 e 79 anos: 63,03% das mulheres não compareceram, ante 51,86% dos homens, distância de 11,17 pontos percentuais. Entre 80 e 84 anos, foram 77,55% e 66,76%, respectivamente, diferença de 10,79 pontos. Na faixa dos 70 aos 74, o intervalo foi de 8,27 pontos.
Nas idades mais avançadas, a diferença diminui à medida que a própria abstenção cresce para os dois sexos. Entre 90 e 94 anos, o gap no primeiro turno de 2022 foi de 2,79 pontos; entre 95 e 99, de 0,20; e, entre os centenários, de apenas 0,02 ponto, com mais de 99% de abstenção para homens e mulheres. No segundo turno, o desenho é semelhante: a maior diferença ocorre entre 75 e 79 e 80 e 84 anos, com 10,58 pontos em ambas as faixas, e praticamente desaparece nas idades mais avançadas.
“A análise revela uma inversão comportamental. No conjunto do eleitorado, as mulheres tendem a se abster menos do que os homens. Depois dos 70 anos, ocorre o contrário: são elas que apresentam as maiores taxas de não comparecimento. Em 2018 e 2022, essa diferença ficou entre 8,9 e 10,3 pontos percentuais nos dois turnos”, analisa Cléa Klouri.
RECORTE TERRITORIAL | A distribuição territorial mostra a dimensão do contingente em diferentes partes do país. São Paulo tem 3,90 milhões de eleitores 70+, seguido por Minas Gerais, com 2,08 milhões; Rio de Janeiro, com 1,84 milhão; Rio Grande do Sul, 1,24 milhão; e Bahia, 1,08 milhão. Paraná tem 949,9 mil; Pernambuco, 723,3 mil; Ceará, 671,6 mil; Santa Catarina, 589 mil; Pará, 488,7 mil; e Goiás, 487,9 mil.
| Eleitorado 2026 | agosto 2026 | agosto 2026 | |
| Região | UF | 70- | 70+ |
| Centro-Oeste | GO | 4.593.096 | 487.918 |
| Centro-Oeste | MT | 2.426.489 | 212.571 |
| Centro-Oeste | DF | 2.049.822 | 203.409 |
| Centro-Oeste | MS | 1.822.638 | 202.325 |
| Exterior | ZZ | 880.697 | 38.211 |
| Nordeste | BA | 10.243.487 | 1.078.357 |
| Nordeste | PE | 6.503.573 | 723.272 |
| Nordeste | CE | 6.329.343 | 671.557 |
| Nordeste | MA | 4.736.642 | 451.443 |
| Nordeste | PB | 2.904.625 | 343.327 |
| Nordeste | RN | 2.384.794 | 276.102 |
| Nordeste | PI | 2.422.620 | 286.085 |
| Nordeste | AL | 2.228.702 | 213.507 |
| Nordeste | SE | 1.582.940 | 157.292 |
| Norte | PA | 5.778.372 | 488.692 |
| Norte | AM | 2.631.137 | 170.948 |
| Norte | RO | 1.166.223 | 102.411 |
| Norte | TO | 1.078.764 | 103.993 |
| Norte | AC | 570.968 | 43.655 |
| Norte | AP | 541.204 | 36.493 |
| Norte | RR | 375.400 | 26.167 |
| Sudeste | SP | 30.207.431 | 3.897.754 |
| Sudeste | MG | 14.296.396 | 2.083.019 |
| Sudeste | RJ | 11.017.649 | 1.839.654 |
| Sudeste | ES | 2.653.674 | 336.875 |
| Sul | RS | 7.288.544 | 1.237.959 |
| Sul | PR | 7.660.134 | 949.909 |
| Sul | SC | 5.136.966 | 589.010 |
| 141.512.330 | 17.251.915 | ||
O Maranhão contabiliza 451,4 mil; Paraíba, 343,3 mil; Espírito Santo, 336,9 mil; Piauí, 286,1 mil; Rio Grande do Norte, 276,1 mil; Alagoas, 213,5 mil; Mato Grosso, 212,6 mil; Distrito Federal, 203,4 mil; Mato Grosso do Sul, 202,3 mil; Amazonas, 170,9 mil; Sergipe, 157,3 mil; Tocantins, 104 mil; Rondônia, 102,4 mil; Acre, 43,7 mil; Amapá, 36,5 mil; e Roraima, 26,2 mil. Outros 38,2 mil estão registrados no exterior.
PRATEADOS QUE FAZEM QUESTÃO DE VOTAR | A etapa qualitativa do mapeamento acrescenta uma perspectiva importante – e uma ressalva necessária – à interpretação dos três perfis. Os 51 participantes dos grupos focais eram votantes ativos, e não abstencionistas. A amostra, formada por 53% de mulheres e 47% de homens, estava distribuída entre as classes C (47%), B (29%) e D (24%) e não tem pretensão de representatividade estatística. Os depoimentos, portanto, mostram como pessoas 70+ que continuam votando percebem a participação eleitoral e complementam, mas não substituem, os dados do TSE.
Na integralidade, os participantes declararam comparecer às eleições e demonstraram disposição para continuar votando. O ato de exercer o direito ao voto é descrito como sinal de civilidade – nem tanto como obrigação. Para alguns, a justificativa aparece associada, também, à manutenção de políticas públicas de transferência de renda. Problemas de saúde foram apontados como principal razão para ausências pontuais e filas longas como possível impeditivo. A maioria, porém, relatou votar perto de casa, sem longas esperas, e chegar à seção sozinha, acompanhada do cônjuge ou utilizando transporte por aplicativo.
“Enquanto eu puder andar, estarei presente nas urnas”, afirmou uma participante aposentada de Recife, da classe C. Outro participante, aposentado de Belém, também da classe C, resumiu a relação com o voto: “vou fazer 75 anos e nunca perdi minha eleição”. Em Tocantins, uma aposentada da classe D relatou votar perto de casa e contar com a preferência concedida às pessoas mais velhas.
ETARISMO | O etarismo aparece como outro componente das discussões. Os participantes manifestaram percepção de negligência das políticas públicas e discriminação por idade – inclusive, no mercado de trabalho. Ao mesmo tempo, não associaram necessariamente idade avançada à incapacidade para exercer funções públicas e valorizaram a experiência de pessoas mais velhas.
CONSUMO DE INFORMAÇÃO | Os grupos focais mostram ainda um consumo de informação dividido entre televisão e redes sociais, acompanhado de desconfiança em relação aos canais tradicionais. O horário eleitoral aparece com peso relevante nesse público como forma de conhecer os candidatos.
ELEIÇÕES MAJORITÁRIAS | A atenção dos participantes se concentra sobretudo nas eleições majoritárias, especialmente para presidente e governador. A maioria não sabia que, em 2026, serão eleitos dois senadores por Estado e demonstrou pouca atenção à disputa pelo Senado. Quando perguntados sobre as atribuições da Casa, mencionaram – nem sempre corretamente – funções como fiscalizar o governo, elaborar leis, avaliar ações da Câmara e executar ações governamentais.
AUTOPERCEPÇÃO| Uma percepção atravessa os grupos: os participantes se veem como pessoas ativas e capazes de tomar as próprias decisões. Ao discutir a comunicação destinada aos 70+, rejeitaram abordagens infantilizadas e defenderam conteúdos segmentados para essa faixa etária.
PRINCIPAIS TEMAS QUE MOBILIZAM | Economia, segurança pública e geração de emprego e renda foram os temas mais citados pelos participantes. Honestidade, compromisso, qualidade das propostas e caráter apareceram como os critérios de escolha de candidatos mais mencionados. A eleição de mulheres não surgiu como prioridade para a maioria, embora a segurança da mulher tenha aparecido como uma demanda dirigida ao poder público.
Na discussão sobre o governo federal, os participantes fizeram uma avaliação geral positiva, acompanhada de críticas relacionadas à segurança pública e das mulheres e a gastos pessoais atribuídos ao presidente e à primeira-dama. O Congresso Nacional foi citado de forma crítica. Os pesquisadores ressaltam que as manifestações expressam exclusivamente as percepções dos participantes do grupo focal e não podem ser extrapoladas para o conjunto dos 17,25 milhões de eleitores 70+.
Eleitorado 70+ e 70- por UF e região do país em 2026
Sobre Movimento Voto 70+
Iniciativa cívica e apartidária, o Movimento Voto 70+ busca ampliar a participação e a representatividade dos brasileiros com 70 anos ou mais no processo democrático – faixa etária para a qual o voto é facultativo no país. Liderada pelo hub de dados estratégicos data8, a mobilização reúne empresas, instituições e organizações da sociedade civil e desenvolve pesquisas, levantamentos, campanhas e ações de mobilização voltadas à participação eleitoral da população 70+. Entre suas frentes estão a produção de dados sobre o comportamento desse eleitorado, a identificação de barreiras ao exercício do voto e a articulação de iniciativas para ampliar sua presença nas decisões coletivas.
Sobre o data8
O data8 é o hub líder na América Latina em pesquisa, inteligência de mercado e inovação sobre a revolução da longevidade. Fundado em 2016, é referência em dados, estudos e tendências sobre o comportamento e o consumo dos 50+, transformando esse conhecimento em vantagem competitiva para as organizações que desejam liderar, de forma inovadora e responsável, a transição para a Economia Prateada. Com uma equipe multigeracional, pioneira e altamente especializada, tem por missão cocriar uma sociedade longeva mais inclusiva e próspera. www.data8.com.br
Jornalista, radialista e advogado, formado na UFPB, Hermes de Luna tem passagens nos principais veículos de comunicação da Paraíba. É MBA em Marketing Estratégico e em mídias digitais. Apresentador e editor de TV e rádio, também atuou na editoria de portais e sites do estado. Ganhador de vários prêmios de jornalismo, na Paraíba e no Brasil.