Semob mantém 88 linhas de em plano emergencial
9 de julho de 2014
Redação

Plano emergencial da Semob mantém as 88 linhas existentes na Capital em operação

A Superintendência Executiva de Mobilidade Urbana (Semob) montou um plano emergencial para circular com 60% da frota operante do sistema de transporte coletivo da Capital, o que corresponde a 274 veículos, enquanto durar a greve dos motoristas de ônibus deflagrada na última segunda-feira (7).

Esse percentual atende a uma liminar do Tribunal Regional do Trabalho (TRT). Com isso, todas as 88 linhas de ônibus existentes na Capital estão sendo atendidas, com prioridade para as linhas Circulares, os bairros de maior demanda e áreas periféricas.

De acordo com o superintendente da Semob, Roberto Pinto, desde à tarde da segunda-feira uma equipe de fiscalização está monitorando a frota para observar o desempenho da operação e verificar se o percentual estipulado pela justiça do trabalho vem sendo cumprindo.

Já foram encaminhados ofícios às empresas concessionárias Transnacional, Marcos da Silva, Reunidas, São Jorge, Santa Maria e Mandacaruense com a determinação da Semob para a manutenção do trabalho em percentual mínimo de 60% dos empregados, o que consequentemente resulta em 60% da frota operante. As linhas do sistema de transporte coletivo deverão cumprir a operação até o fim da greve.

Considerando a demanda de passageiros, a Semob, como órgão gestor, também liberou as empresas para realizarem viagens extras, desde que não comprometam as viagens regulares programadas pelo órgão nesse plano emergencial.

Para Roberto, somente a justiça trabalhista e as negociações entre empresários e o Sindicato dos Rodoviários podem decidir ou acordar sobre dissídio coletivo e índice de reajuste salarial reivindicado pelas classes. “A Prefeitura está tomando todas as medidas para que o sistema de transporte coletivo volte à normalidade e os transtornos à população sejam minimizados”.

Roberto Pinto informou ainda que solicitou das empresas que negociem o mais rápido possível o fim da greve. “A solução precisa ser urgente, pois prejudica extremamente a rotina dos cidadãos pessoenses”, disse.

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